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quarta-feira, 10 de julho de 2013
vontade de ficar nova pra sempre
terça-feira, 9 de julho de 2013
sexo aos 40
O melhor do sexo
acontece aos 40, diz pesquisa
Uma pesquisa encomendada pela revista Top
Sante concluiu que a melhor fase sexual na
vida de uma mulher inicia aos 40 anos. Mais de duas mil mulheres com idade
acima dos 40 foram entrevistadas e, embora 80% estejam menos confiantes em
relação a seus corpos, mais de 60% preferem o atual desempenho sexual do que
aos 20 anos de idade.
As razões listadas pelas quarentonas foram de que os filhos já não moram
mais com elas e de que agora se sentem mais libertas para experimentar novas
possibilidades que o sexo tem a oferecer.
"A aventura sexual verdadeira começa quando as
mulheres já têm maturidade suficiente para desfrutar do próprio corpo e
certamente isto acontece aos 40", disse Nicola Down, editor da Top
Sante.
Redação
Terra
segunda-feira, 8 de julho de 2013
Senhora
Confesso :
sempre tive um pouco de medo de envelhecer,
Imaginar as limitações que a idade pode impor, me trazia uma certa raiva, eu ficava imaginando que o tempo que não volta mais, o jeito de viver, as novas e, não tão fáceis tarefas dos mais velhos e as rugas, flacidez e etc e tal, da lei da vida, me assustavam, bem, ainda me assustam, o tempo passa tão rápido e é tão implacável que não tem como retardar este processo.
Mas, no alto dos meus 40, e já sendo chamada, a contra gosto de senhora, o tempo todo, venho descobrindo coisas ótimas, o mesmo tempo que te envelhece, te amadurece, te torna mais seletivo, cuidadoso e disciplinado.
Isso é bom, sim senhora!
domingo, 7 de julho de 2013
solidão no casamento
SOLIDÃO NO CASAMENTO
Quando escolhemos alguém para partilhar a vida connosco ambicionamos reconhecer naquela pessoa a vontade de construir um projeto sólido, que dê ainda maior sentido à vida e que permita que haja um sentimento de pertença. De resto, nas relações felizes e duradouras os membros do casal tendem a revelar níveis mais elevados de bem-estar físico (e não apenas emocional), como se o casamento ou a união funcionasse como uma injeção que melhora o sistema imunitário. A Biologia anda de mãos dadas com a Psicologia na explicação das nossas escolhas afetivas, em particular na explicação do que está por detrás do amor romântico.
Claro que a formação de um casal também está fortemente associada à necessidade de constituir família, ter filhos. Mas a verdade é que precisamos do tal sentimento de pertença para que o casamento ou a união se prolongue no tempo. Como se sabe, o número de divórcios é cada vez maior, apesar dos esforços que a maior parte dos progenitores fazem para evitar que os filhos sejam expostos à separação dos pais.
Vivemos cada vez mais e, também por isso, faz cada vez menos sentido a ideia de nos mantermos ao lado de alguém que não promova o "nós" ou que, apesar dos esforços, não está capaz de fazer com que nos sintamos efetivamente acompanhados.
Como referi antes, muitos dos pedidos de ajuda que recebo no consultório estão relacionados com níveis de mal-estar tão elevados que permitem que as pessoas se sintam sós, ainda que se mantenham casadas. Na maior parte destes casos as queixas até foram expostas ao longo do tempo - às vezes de forma assertiva, noutras de forma menos clara - mas, como os membros do casal não foram capazes de dar resposta a estas dificuldades, o distanciamento instalou-se e os conflitos deram lugar à desistência. Como a acomodação ao mal-estar não é sinónimo de adaptação e muito menos de satisfação, normalmente é só uma questão de tempo até que a "bomba" rebente. De um modo geral, são as mulheres que mais se queixam e também são elas que mais frequentemente "desistem" de continuar a tentar. Costumo dizer - meio a brincar - que o marido não deve ter medo de perder a mulher quando ela parece estar sempre a queixar-se; o problema torna-se muito mais perigoso, e às vezes irreversível, quando ela deixa de se queixar. Mas a verdade é que os homens também estão cada vez mais capazes de expressar as suas queixas, de chamar a atenção para as suas necessidades afetivas.
Quando um dos membros do casal desiste de se queixar e assume que se sente só, a crise é finalmente assumida de forma clara e alguma coisa tem mesmo de ser feita para evitar a ruptura.
Mas do que falamos quando falamos de queixas e necessidades por satisfazer? Não falamos com certeza de caprichos, exigências arrogantes ou tentativas de mudar a personalidade do cônjuge, moldando-o à nossa medida. O problema é que nem sempre estamos capazes de discernir sobre as necessidades legítimas e as exigências descabidas. Alguns casamentos terminam porque um dos membros do casal não foi capaz de resistir à frustração de ver algumas necessidades por preencher, isto é, porque uma das partes reivindicou do outro mudanças inexequíveis, acabando por sentir-se só. Outras relações acabam porque um dos membros do casal não foi capaz de se descentrar das suas próprias convicções e passou o tempo a rotular as necessidades do outro de caprichos sem importância.
Aparentemente manter uma relação duradoura pode parecer muito complicado. Afinal, estamos a falar da necessidade de adaptação e da ocorrência de cedências entre duas pessoas que são quase sempre diferentes e que se assumem muitas vezes como pessoas com "personalidade forte" :). Na prática, as uniões duradouras são feitas por pessoas que colocam o seu amor, o seu projeto familiar, no topo das suas prioridades e que o demonstram com regularidade. Estas pessoas não são santinhas nem estão sempre em sintonia. Mas reconhecem os sinais de alarme e fazem o que podem para garantir que o outro se sinta quase sempre amparado.
fonte:http://www.apsicologa.com/2011/09/solidao-no-casamento.html
fonte:http://www.apsicologa.com/2011/09/solidao-no-casamento.html
sábado, 6 de julho de 2013
mais que sexo, finança arruina casamento
SANDRA BALBI
da Folha de S.Paulo
É mais difícil falar de dinheiro, entre marido e mulher, do que de sexo. Chamar o parceiro para uma conversa sobre o estouro do cartão de crédito e do cheque especial -dela ou dele- é tão desgastante quanto um convite para "discutir a relação".
"Falar de sexo é fácil, não há mais tabu sobre o tema. Mas falar de dinheiro envolve emoções profundas, e um processo desses, se mal conduzido, gera animosidade e uma sucessão de conflitos que podem terminar em divórcio", diz a consultora financeira Cássia D'Aquino Filocre.
Segundo ela, metade dos casamentos americanos termina por divergências em relação ao uso do dinheiro.
No Brasil, não há estatísticas que relacionem o fim dos casamentos com a questão financeira, mas ela está muito presente, pelo menos, no início da vida conjugal. Segundo dados do IBGE, é o dinheiro que comanda, de maneira crescente, a escolha da data do casamento no país.
O tradicional mês das noivas, maio, foi desbancado pelo mês do 13º salário nos últimos anos. "Desde o início dos anos 90 vemos um crescimento do número de casamentos no mês de dezembro e um declínio em maio", diz Antônio Tadeu Oliveira, gerente de estatísticas vitais do IBGE.
Se para chegar ao altar o brasileiro consulta o saldo bancário e se programa financeiramente, passada a lua-de-mel, esquece esse hábito.
"É muito difícil discutir questões financeiras dentro do casamento, pois as pessoas têm concepções diferentes sobre como lidar com o dinheiro", diz Sandra Blanco, diretora do site financeiro Mulherinvest.
"Em geral, um é gastador, e o outro, poupador. O choque dessas duas concepções gera atritos, estresse e abala, inclusive, a vida afetiva e sexual", acrescenta. " Isso ocorre porque a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro é muito emocional", afirma Filocre.
Na ausência de planejamento e diálogo, o dinheiro vira uma forma de um infernizar a vida do outro. "O pior são os jogos que os casais armam. Tem gente que mantém um caixa dois longe das vistas do parceiro, e, ainda hoje há mulheres que "roubam" dinheiro do marido", diz Filocre.
Segundo a consultora, mesmo mulheres que têm renda própria, às vezes até maior do que a do parceiro, lançam mão de artifícios das nossas avós e surrupiam trocados das carteiras dos maridos. Na opinião de Filocre, em algum lugar do inconsciente feminino é muito difícil aceitar que o homem não é o provedor, o "expert" em gerar renda para a família.
No divã
Finanças e psicologia são combinação incomum, mas eficaz. Especialmente quando dentro do casal um é gastador compulsivo.
Segundo o psicanalista José Antonio Pinotti, especialista em psicoeconomia, casamentos em que um dos pares é perdulário são comuns em todas as classes sociais. "E não há diferenciação entre os sexos: tanto o homem quanto a mulher podem ser consumidores vorazez", diz ele.
Para o psicanalista, a única forma de enfrentar a gastança dentro do casamento é mostrando ao gastador que ele é um "doente social". O perdulário, segundo ele, é alguém com crise de identidade que se afirma no consumo. "Há um componente psíquico que é a voracidade. Todo gastador é um eufórico, que é a antítese do depressivo", explica.
Pinotti descreve o eufórico como alguém que age de forma compulsiva, impensada e rápida. Pior: é refratário à criticas e conselhos.
Ele conta o caso de um dos seus pacientes, um bem sucedido médico de 38 anos, que ao longo de dez anos de carreira conseguiu poupar R$ 800 mil. "Apaixonou-se por uma moça que conheceu em um "single bar" e em dois meses torrou toda a poupança de uma vida", conta.
Segundo Pinotti, o médico seduziu a mulher pelo dinheiro: na primeira semana levou-a para Cancún, no México. Depois era um tal de fretar jatinho para viajar para lá e para cá, numa "euforia alucinada".
Resultado: casaram-se, quebraram pouco tempo depois, e hoje fazem terapia de casal, tentando juntar os cacos.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u44487.shtml
da Folha de S.Paulo
É mais difícil falar de dinheiro, entre marido e mulher, do que de sexo. Chamar o parceiro para uma conversa sobre o estouro do cartão de crédito e do cheque especial -dela ou dele- é tão desgastante quanto um convite para "discutir a relação".
"Falar de sexo é fácil, não há mais tabu sobre o tema. Mas falar de dinheiro envolve emoções profundas, e um processo desses, se mal conduzido, gera animosidade e uma sucessão de conflitos que podem terminar em divórcio", diz a consultora financeira Cássia D'Aquino Filocre.
Segundo ela, metade dos casamentos americanos termina por divergências em relação ao uso do dinheiro.
No Brasil, não há estatísticas que relacionem o fim dos casamentos com a questão financeira, mas ela está muito presente, pelo menos, no início da vida conjugal. Segundo dados do IBGE, é o dinheiro que comanda, de maneira crescente, a escolha da data do casamento no país.
O tradicional mês das noivas, maio, foi desbancado pelo mês do 13º salário nos últimos anos. "Desde o início dos anos 90 vemos um crescimento do número de casamentos no mês de dezembro e um declínio em maio", diz Antônio Tadeu Oliveira, gerente de estatísticas vitais do IBGE.
Se para chegar ao altar o brasileiro consulta o saldo bancário e se programa financeiramente, passada a lua-de-mel, esquece esse hábito.
"É muito difícil discutir questões financeiras dentro do casamento, pois as pessoas têm concepções diferentes sobre como lidar com o dinheiro", diz Sandra Blanco, diretora do site financeiro Mulherinvest.
"Em geral, um é gastador, e o outro, poupador. O choque dessas duas concepções gera atritos, estresse e abala, inclusive, a vida afetiva e sexual", acrescenta. " Isso ocorre porque a forma como as pessoas se relacionam com o dinheiro é muito emocional", afirma Filocre.
Na ausência de planejamento e diálogo, o dinheiro vira uma forma de um infernizar a vida do outro. "O pior são os jogos que os casais armam. Tem gente que mantém um caixa dois longe das vistas do parceiro, e, ainda hoje há mulheres que "roubam" dinheiro do marido", diz Filocre.
Segundo a consultora, mesmo mulheres que têm renda própria, às vezes até maior do que a do parceiro, lançam mão de artifícios das nossas avós e surrupiam trocados das carteiras dos maridos. Na opinião de Filocre, em algum lugar do inconsciente feminino é muito difícil aceitar que o homem não é o provedor, o "expert" em gerar renda para a família.
No divã
Finanças e psicologia são combinação incomum, mas eficaz. Especialmente quando dentro do casal um é gastador compulsivo.
Segundo o psicanalista José Antonio Pinotti, especialista em psicoeconomia, casamentos em que um dos pares é perdulário são comuns em todas as classes sociais. "E não há diferenciação entre os sexos: tanto o homem quanto a mulher podem ser consumidores vorazez", diz ele.
Para o psicanalista, a única forma de enfrentar a gastança dentro do casamento é mostrando ao gastador que ele é um "doente social". O perdulário, segundo ele, é alguém com crise de identidade que se afirma no consumo. "Há um componente psíquico que é a voracidade. Todo gastador é um eufórico, que é a antítese do depressivo", explica.
Pinotti descreve o eufórico como alguém que age de forma compulsiva, impensada e rápida. Pior: é refratário à criticas e conselhos.
Ele conta o caso de um dos seus pacientes, um bem sucedido médico de 38 anos, que ao longo de dez anos de carreira conseguiu poupar R$ 800 mil. "Apaixonou-se por uma moça que conheceu em um "single bar" e em dois meses torrou toda a poupança de uma vida", conta.
Segundo Pinotti, o médico seduziu a mulher pelo dinheiro: na primeira semana levou-a para Cancún, no México. Depois era um tal de fretar jatinho para viajar para lá e para cá, numa "euforia alucinada".
Resultado: casaram-se, quebraram pouco tempo depois, e hoje fazem terapia de casal, tentando juntar os cacos.
fonte:http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u44487.shtml
sexta-feira, 5 de julho de 2013
Retratos da Real Beleza (lista de reprodução)
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